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20 março 2012

Post #11 – 63 Anos de Emancipação Política... Parabéns?!



Hoje tem festa?
Tem sim senhor!


Hoje tem alegria?
Tem sim senhor!

Hoje tem orgulho?
èH... também não precisa forçar.
=/

Primeiramente, gostaria de desejar a minha “terrinha” os votos de muita prosperidade e sucesso em sua trajetória em busca de um desenvolvimento humano e principalmente administrativo. Queria eu, estar aqui tecendo a respeito das conquistas alcançadas ao longo dessas décadas, falando bem de como nossa sociedade está evoluída, mas, nossa realidade infelizmente não é essa.

Do que adianta comemorarmos a nossa emancipação política, se até hoje não nos emancipamos juridicamente? Tudo que depende do judiciário, ainda temos que nos deslocar até a cidade de Curvelo. Isso é uma verdadeira vergonha! 60% de todos os processos da Comarca de Curvelo (leia-se Curvelo, Felixlândia, Inimutaba e Morro da Garça) pertencem ao nosso município, e nossos governantes ainda não tiveram a capacidade de realizar um projeto requerendo a instalação de uma Comarca em nossa cidade. Somente esta atitude, traria consigo além de Juiz e Promotor residentes em Felixlândia, a instalação de um Batalhão da Polícia Militar e um Delegado fixo.  Imaginem o ganho para o município que essa “EMANCIPAÇÃO” traria?

Até quando iremos comemorar a nossa independência de forma parcial?

Hoje deveria ser um dia de pura festa, mas temos que transforma-lo em um dia de cobrança!

Para ilustrar, posto a seguir um clássico do grande Accioly Neto, cantado pelo inesquecível Jessé. Para bom entendedor, meia palavra basta!


PARAÍSO DAS HIENAS
(Composição: Accioly Neto / Execução: Jessé)

Abençoai as hienas
Principalmente as morenas
Tricampeãs mundiais
Pois desse lado do muro
O jogo é tão duro, meu pai
Que só ter piedade de nós não vale a pena (3x)

Oração não voga quando não há vaga
Coração não roga quando só há raiva
E a roupa do corpo três vezes ao dia
Novena não paga ao homem da venda
Não adianta nada, não enche barriga
Subir de joelhos as escadarias

Abençoai as hienas
Principalmente as "da Silva"
Campeãs de carnavais
Pois desse lado do beco
O olhar é tão seco, meu pai
Que só ter piedade de nós não vale a pena (3x)

Oração não voga quando não há vaga
Coração não roga quando só há raiva
E a roupa do corpo três vezes ao dia
Novena não paga ao homem da venda
Não adianta nada, não enche barriga
Subir de joelhos as escadarias

Abençoai as hienas
Principalmente as morenas
Tricampeãs mundiais
Pois desse lado do muro
O jogo é tão duro, meu pai
Que só ter piedade de nós não vale a pena (3x)

Que só ter piedade de nós não vale a pena... 



Att. Rafael Pereira