Turismo... esta é
uma palavra recorrente em épocas de campanha eleitoral para alavancar a frágil
economia de nossa cidade. Mas como resgatar os dividendos deste que é no mundo,
a maior fonte de receitas existente?
Felixlândia é,
por se dizer, abençoada pelo “potencial” turístico que possui. Potencial este,
a meu ver, dividido em três frentes:
_ Turismo Religioso (uma vez que possuímos um esplêndido Santuário que
contém uma obra prima do mestre Aleijadinho);
_ Turismo Natural (além de contarmos com uma longa margem do Lago de
Três Marias em todo o oeste de nosso município, ainda temos riquezas naturais
inexploradas e muitas vezes desconhecidas);
_ Turismo de Lazer (festas e eventos realizados em nossa cidade).
Todos esses
pontos estão ociosos, com um crescimento medíocre, ou até mesmo negativo.
Na área
religiosa, que para eu não cabe ao Executivo Municipal cuidar, me atenho apenas
a Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, e, não vejo da mesma, uma ação própria
para divulgar e apoiar a peregrinação de fiéis e turistas para lhe conhecerem.
O próprio Santuário, não oferece a mínima estrutura para comportar os fiéis que
moram no município. Não conta com o básico, que seriam: banheiros e bebedouros para
serem utilizados durantes os eventos religiosos, muito menos com locais de
divulgação de suas ações, e lojas para venda de lembranças e artigos religiosos
com o nome de Felixlândia. Isso, mesmo após o Município ter investidos recursos
vultuosos para melhoria da “Barraquinha”, como asfaltamento e perfuração de
poço artesiano.
O turismo natural
padece de infraestrutura básica! Primeiramente, além da falta de informações de
onde e como se chegar, nossas estradas rurais se encontram muitas das vezes
intransitáveis. Isso sem falar, que a falta de sinalização, transforma as
mesmas em verdadeiros labirintos no meio das plantações de eucalipto. No caso
do turista “desbravador” conseguir chegar a algum lugar, qualquer orla que se
chegue ao Lago de Três Marias, não se conta com mínimo de conforto. Não existem
banheiros, duchas, comércio, nem ao menos sinal de telefonia móvel. Se quisermos turistas, temos que parar de tratá-los como se fossem índios!
Nem GPS funciona direito em nossa cidade, primeiramente temos que colocá-la no mapa!
Temos um exemplo ao lado de infraestrutura para difundir o turismo em nossa orla, a “Prainha” no município de Três Marias deveria ser copiada e implantada em Felixlândia. Sei que os recursos para a mesma são altos, mas com um bom projeto e argumentos convincentes conseguiríamos esse oásis para nossa cidade. Uma área, na beira da represa, com área de camping, banheiros, bares, quadras de areia para prática de esportes, com acesso asfaltado e sinalizado... seria um marco em nossa história. Ficamos a 200 km de distância da capital mineira. Tenho certeza que para o Estado, seria mais interessante o mineiro gastar e consumir em Minas Gerais, do que nos períodos de férias e feriados, viajar para o litoral e outros estados e lá deixar seu dinheiro!
Nem GPS funciona direito em nossa cidade, primeiramente temos que colocá-la no mapa!
Temos um exemplo ao lado de infraestrutura para difundir o turismo em nossa orla, a “Prainha” no município de Três Marias deveria ser copiada e implantada em Felixlândia. Sei que os recursos para a mesma são altos, mas com um bom projeto e argumentos convincentes conseguiríamos esse oásis para nossa cidade. Uma área, na beira da represa, com área de camping, banheiros, bares, quadras de areia para prática de esportes, com acesso asfaltado e sinalizado... seria um marco em nossa história. Ficamos a 200 km de distância da capital mineira. Tenho certeza que para o Estado, seria mais interessante o mineiro gastar e consumir em Minas Gerais, do que nos períodos de férias e feriados, viajar para o litoral e outros estados e lá deixar seu dinheiro!
Quanto ao turismo
de Lazer, só oque tenho a falar é que nosso calendário é invejoso!
Carnaval, Aniversário da Cidade, Rodeio, Forró de Rua, Festa de Agosto, FecaFélix, CarnaFélix... são sete eventos que poderíamos ter como calendário fixo anual do Município sob sua responsabilidade. Levando em conta que existe verba disponível para a realização dos mesmos na Secretaria Estadual de Turismo e Cultura e no Ministério de Turismo e Cultura. Para a Prefeitura, bastaria o projeto e a contrapartida, sem falar que poderia achar parceiros, uma vez que muitas estatais investem nesses eventos. Sem falar que ainda teríamos Férias de Janeiro, Semana Santa, Férias de Julho, Abertura do Jubileu, Exposição Agropecuária, Férias de Dezembro, e demais Feriados, como datas e eventos a serem explorados.
Carnaval, Aniversário da Cidade, Rodeio, Forró de Rua, Festa de Agosto, FecaFélix, CarnaFélix... são sete eventos que poderíamos ter como calendário fixo anual do Município sob sua responsabilidade. Levando em conta que existe verba disponível para a realização dos mesmos na Secretaria Estadual de Turismo e Cultura e no Ministério de Turismo e Cultura. Para a Prefeitura, bastaria o projeto e a contrapartida, sem falar que poderia achar parceiros, uma vez que muitas estatais investem nesses eventos. Sem falar que ainda teríamos Férias de Janeiro, Semana Santa, Férias de Julho, Abertura do Jubileu, Exposição Agropecuária, Férias de Dezembro, e demais Feriados, como datas e eventos a serem explorados.
A internet está
aí, e os turistas de hoje em dia, recorrem em sua imensa maioria a ela para
procurarem seus roteiros turísticos e informações a respeito dos mesmos. A
Secretaria Municipal de Turismo deveria manter um sítio, paralelo ao oficial,
com todas as informações a respeito do Município, como pontos turísticos, calendários
de eventos, mapas, hotelaria, restaurantes, lanchonetes, bares, boates, clubes,
mercearias, lojas de suvenir e produtos da região, e bancos (faço um adendo a
este quesito. É inconcebível um Município “turístico” contar apenas com 4
bancos, sendo que dois funcionam apenas em horário comercial, e um quase sempre
não possui dinheiro em seus caixas eletrônicos. Por que não, firmar um convênio
para que Felixlândia possua ao menos 1 terminal de banco 24 horas, com todas as
instituições?) Já se foi a época que o turista pegava uma mochila e saia sem
rumo a procura de um destino. Temos que levar as coisas mais a sério se
queremos renda desta fonte!
O Turismo, ainda
mais para nossa cidade, poderia ser a salvação econômica da qual precisamos
para dar um salto de qualidade e até mesmo de arrecadação, para que a mesma
possa ser posteriormente revertida em esgoto, asfalto, moradia, saúde, e
principalmente educação.
Boa vontade e visão
de futuro já são um bom começo para buscar uma cidade que, inFélixmente, ainda
estamos longe de vislumbrar!
Um cordial abraço a todos.
Att. Rafael Pereira




